25 julho 2005

É tempo de odres novos

"Ninguém deita remendo de pano novo em roupa velha, pois o pano novo puxa o tecido velho e o rasgão fica maior. E ninguém deita vinho novo em odres velhos; se o fizer, o vinho romperá os odres e perde-se o vinho, tal como os odres. Mas vinho novo, em odres novos." (Marcos 2:21,22)

Vou deixar aqui bem claro que não acredito na mudança das instituições. Acredito que têm de surgir odres novos, em paralelo com os velhos. E o mais provável é que os odres velhos decresçam, enquanto que os novos crescem. E não nos podemos esquecer que o que é novo agora, será velho mais tarde. É o ciclo da vida, as gerações substituem-se umas às outras.

Quanto aos que acreditam em tentar mudar o que já existe, tentem voltar para a igreja católica e tentem mudá-la, visto que essa é a igreja com raízes mais antigas. Penso que não conseguirão, mas espero estar errado.

update: Não quero com isto dizer que se deve pegar nos odres velhos e deitar fora.

2 comentários:

Paula disse...

Eu ainda sou optimista ao ponto de acreditar na mudança dos odres velhos... porque para Deus não há impossíveis...

Eunice Rosado disse...

olá!! Cá estou eu no teu blog. De facto isto é forte. Mas muito interessante.... Quanto a esta questão não sei bem qual a minha opinião.
Bjinhos